O que mais me custa a perceber nesta história do Bojinov é que o búlgaro ao longo da primeira metade do campeonato tinha 2 condições muito interessantes: 1. A confiança de Domingos. Por diversas vezes o treinador Leonino demonstrou-o em conferências de imprensa, que depois acabariam por reflectir-se em campo, ao ser o principal substituto de Wolfswinkel. Claro que, por falta de qualidade, habituação ou outra característica que lhe queiram adicionar, não correspondeu, e o Sporting viu-se na iminência de procurar um avançado na reabertura do mercado. Chegou Ribas e Bojinov foi preterido. Mas um profissional de futebol, embora possa ter estados emocionais que variam com facilidade, tem de estar preparado para estas consequências, que na verdade, só ele pode alterar; 2. No banco e balneário era respeitado. Via-se muitas vezes o atacante búlgaro a "saltar" do banco, na condição de suplente, a aproximar-se do rectângulo de jogo para animar o...