Finalmente pude ler o programa do José Couceiro, que está disponível no site oficial. Retirando as imagens, a letra escolhida, aquilo deve dar para 4 páginas. Não vou entrar em pormenores exaustivos. Só apenas umas pequenas considerações. No que respeita ao modelo para a SAD, nunca refere a perda ou não da maioria, deixa um "decisão caberá sempre aos associados" . Uma diferença para o programa do Bruno de Carvalho que assume que a maioria é para manter, é mais claro e evidente! Para Couceiro é importante fazer um apuramento exaustivo da situação financeira do clube. Para o Bruno de Carvalho, uma auditoria de gestão é o caminho. Para José Couceiro é importante "jogar à Sporting" , criar uma identidade, no entanto, já esteve no Alverca, no Porto e em tantas outras funções, como no fundo que vendeu Ronaldo, que chega a ser complicado perceber a sua identidade. Às tantas, o novo Peyroteo um dia até pode ser treinador do Benfica. Ah, já sei, é aquela ...
Comentários
Chêdas
assinalo duas coisas, uma positiva e outra negativa:
positiva, a rapidez do sporting a tomar decisoes, que contrasta com tempos recentes de arrastar de situaçoes insustentáveis.
negativa, a facilidade com que coisas que acontecem no balneário saem cá para fora.
saudaçoes leoninas,
tiago r
Não sabe, nem nunca soube o que é a Liderança.
As suas qualidades nunca foram realmente importantes e decisivas no Sporting Clube de Portugal.
Enfim, mas como beijava a camisola...
O Sporting que regressa à Terra, depois de um mês de Janeiro de boa ilusão.
http://cantinhodomorais.blogspot.com/
Acho que o SCP não perde um director-desportivo, perde sim um seccionista com epiteto o "director desportivo".
Nunca me juntei áqueles que apoiaram a sua nomeação, infelizmente, confirmaram-se as minhas dúvidas quanto ao perfil do Sá Pinto para o cargo.
Alguém falou num comentário anterior de coisas positivas e negativas deste caso, acrescento que outro factor positivo da história é podermos concluir que nem sempre um registo mais apagado é pior do que um perfil incendiário.
Outra questão que fica desta história é o facto de os jogadores ou o Liedson em particular, pelos golos que marca, ter mais poder do que a estrutura tecnica e dirigente do clube o que é sempre preverso em termos de tomada de decisão. Essa questão deverá ser esclarecida pela direcção e o jogador em causa deverá ser sempre alvo de um inquerito interno, porque os golos que se marcam nunca poderão ser razões para inimputabilidade.
Outro factor positivo desta história, é poder-se concluir que não basta ser amigo das claques para se ser um bom dirigente, O Sporting é seguramente muito mais do que as claques.
O Paulo Bento que já estaria aliviado com as aquisições de Janeiro, sendo este facto um optimo alibi para impedir comparações com uma eventual subida de rendimento da equipa após a sua saída, pode agora também assumir a razão quando definiu a situação de "ou ele ou eu" na estrutura do futebol.
Subscrevo que a celeridade com que se pegou neste caso por parte da Administração é de enaltecer.
Por ultimo, a dúvida?
E Carvalhal?
Com que autoridade saí ele desta história?
A sua actitude ontem, ou falta da mesma, poderão influenciar negativamente a sua autoridade perante o grupo?
Se assim fôr será mau.